Ambiente destinado a liberdade de expressão sobre os mais variados assuntos.

Ora, destruídos os fundamentos, que poderá fazer o justo?
Salmo 11:3

Porque nada podemos contra a verdade, senão em favor da própria verdade.
2 Coríntios 13:8








segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Ditadura Gay

ditadura gay

Imagem reproduzida do site do Julio Severo.

Maiores informações sobre o Estatuto da Diversidade Sexual,

http://www.oab.org.br/arquivos/pdf/Geral/ESTATUTO_DA_DIVERSIDADE_SEXUAL.pdf

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Notícias importantes sobre o Iraque

Caros leitores:

Logo após os EUA terem invadido o Iraque, a mídia mundial voltou-se contra a ação americana, alegando que a invasão, sob o pretexto de armas de destruição em massa, não se confirmou. George W. Bush foi massacrado e ridicularizado, acusado de ter promovido uma guerra simplesmente em função do petróleo e do mercado de armas.

A esquerda e simpatizantes (idiotas úteis), vociferavam contra a intolerável ação americana. A esquerda brasileira chegou inclusive a imaginar uma invasão americana.

Depois de alguns meses, as coisas começaram a aparecer. Num primeiro momento, foi dito que Saddan Russeim estava se preparando para a produção de armas de destruição em massa. Depois, constatou-se que os EUA não lucraram com os poços de petróleo no Iraque, mas sim, França e Itália estavam no topo da lista de países beneficiados. Depois, descobriram que Saddan Russeim havia matado mais de 1 milhão de iraquianos. Neste momento, a mídia brasileira começou a perder interesse pelo Iraque.

Por falar nisso, é realmente estranho que a imprensa brasileira somente noticia os atentados ocorridos no Iraque, mas de jeito nenhum noticia que o país está em franco crescimento econômico. As coisas no Iraque estão dando certo. Como já disseram alguns analistas, o presidente George W. Bush foi o melhor presidente que o Iraque já teve.

Voltando ao assunto das armas de destruição em massa, nesta semana foi publicada uma reportagem no National Review, desmentindo absolutamente toda a grande mídia e mostrando a qualidade fraudulenta das informações que circulam por aqui.

Segundo o jornalista Jim Lacey, armas de destruição em massa foram descobertas. Segundo o jornalista, quando tanques americanos chegaram em Bagdá, Saddam havia completado a construção de uma fábrica de antraz. A produção começaria em apenas uma semana. Outra informação importante foi a descoberta de 5 laboratórios móveis, sendo que um deles estava num centro de saúde pública e o outro estava numa mesquita. Os dois lugares eram proibidos aos observadores da ONU.

Outras informações acesse o site do National Review em:

 http://www.nationalreview.com/articles/277115/saddam-what-we-now-know-jim-lacey

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Conhecendo Deus

Seus Decretos – parte II 

Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a sua vinda é certa; e ele descerá sobre nós como a chuva serôdia que rega a terra.

Oséias 6.3

É curioso ver os especialistas evangélicos constatarem o óbvio, que os evangélicos cresceram muito nos últimos anos, porém, não criaram raízes profundas, e por isso, há muita imaturidade. O fato curioso é que raramente identificam com clareza quais os motivos concretos para tal fenômeno.

Penso que uma das razões pela qual os especialistas evangélicos se negam a identificar especificamente as causas desta anomalia resida no fato de que, tais especialistas seriam contados entre os vários problemas que assolam a igreja.

Um dos erros que mais contribui para o enfraquecimento e a imaturidade da igreja é o desconhecimento da pessoa de Deus e seus atributos.

As pessoas estão por aí, anunciando um deus diferente do verdadeiro Deus revelado nas Escrituras Sagradas. Tais pessoas estão buscando um falso deus, sinceramente, para satisfazer suas exigências carnais, para serem livres pensadores, para dar ordens a este falso deus, para fazer valer suas próprias impressões de vida, de mundo e de crença. O único compromisso deles é com sua própria satisfação. É o hedonismo evangélico, patenteado, distribuído e bem aceito por muitos. Tais pessoas, definitivamente não estão comprometidas com a causa do Reino de Deus, mas com a causa delas mesmas.

Por estas e outras particularidades, devemos proclamar que o verdadeiro caminho do cristão, é conhecer a Deus, conforme ele mesmo se revela em sua Palavra, para sua própria segurança e edificação.

Para a mente distorcida de muitos evangélicos, relembrar ou anunciar os decretos de Deus, segundo revelado em sua Palavra, já é razão suficiente para gritarem em coro que não são robôs, que possuem livre arbítrio ou que não dependem de doutrina e sim do Espírito Santo.

Ora, é esclarecedor observar como os falsos evangélicos querem manter a todo custo sua falsa liberdade. Os que amam verdadeiramente a Deus, amam submeter-se a ele e não querem uma falsa liberdade, antes, almejam cada vez mais serem escravos de Deus, para o serviço dele, no reino que pertence a ele.

Quando nos deparamos com a apresentação de uma doutrina, nossa primeira pergunta deve ser se tal doutrina é encontra na Bíblia. Não apenas em textos isolados, mas se de fato, podemos, sistematicamente, observar em textos diretos e indiretos, se tal doutrina é bíblica. A partir desta constatação, caberá ao crente verdadeiro, suplicar a santa iluminação do Espírito Santo para compreensão e submissão e santa alegria por ser alvo de tão grande dádiva, que é conhecer Deus segundo ele mesmo se revela em sua Palavra.

É maravilhoso estudar e constatar a bendita doutrina dos Decretos de Deus. Conforme bem disse Arthur W. Pink em seu excelente livro “Os atributos de Deus”, o que temos na realidade é um único ato de Deus em que ele ordenou absolutamente todas as coisas, em todas as épocas, fazendo valer sempre sua vontade. Entretanto, em nossa mente finita e manchada pelo pecado, não conseguimos abarcar tal conhecimento. Por isso, falamos sempre em Decretos, pois é assim que nossa mente consegue lidar, ou seja, com eventos e ações sucessivas. Entretanto, Deus não está limitado, nem pelo tempo, nem pela lógica humana, nem limitado por coisa ou evento. Houve um único decreto, uma única decisão.

As Escrituras Sagradas estão repletas de textos diretos e indiretos que declaram com precisão a realidade dos Decretos de Deus, usando expressões como decretos, obra ou propósito, ou ainda, sua vontade. A palavra decreto acha-se no Salmo 2.7. Em Efésios 3.11 encontramos eterno propósito. Em atos 2.23 lemos sobre o determinado conselho e presciência de Deus. Em Efésios 1.9 lemos sobre o seu beneplácito. Estes textos e outros como o precioso Salmo 119, são provas adequadas da existência da doutrina dos Decretos de Deus e outras maravilhosas doutrinas bíblicas.

O cristão ingrato e insolente questionará: o que isso tem a ver comigo? Como isso poder me ajudar com meus problemas?

Na maldade que domina tais corações, sempre haverá uma pergunta centralizadora na própria pessoa, como se o universo inteiro tivesse uma obrigação moral de adulação.

Para aqueles que desfrutam da bendita iluminação, haverá sempre um assombro, um espanto, um adequado senso de pequenez diante daquele que ultrapassa completamente nossos raciocínios, tão elevado é o SENHOR.

No próximo texto veremos mais detalhadamente aspectos específicos da doutrina dos Decretos de Deus.

Jean Carlos Serra Freitas

domingo, 7 de agosto de 2011

Diante do trono, de quem?

Uma defesa da genuína fé bíblica, ou, uma defesa de si mesmo?

Tempos atrás assisti a um vídeo em que a principal vocalista do grupo evangélico diante do trono, supostamente tomada pelo Espírito de Deus, prostrou-se no palco de quatro e começou a engatinhar como um animal, fazendo gestos com as mãos, imitando um felino, e, ao final de toda a pantomima, a explicação foi que, a unção do leão alcançou a vocalista. (link do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=trnVyN3FcsM)

Após a postagem do vídeo, uma saraivada de críticas foi feita sobre o ocorrido. Muitos também se levantaram para a defesa, criticando as críticas e os críticos.

Recentemente assisti outro vídeo, da mesma vocalista, onde ela aparentemente apresenta sua defesa. Digo aparentemente, pelo fato de, em sua suposta defesa, se complicar ainda mais.

Tenho observado, com preocupação, o que qualifico de personalização da verdade, ou seja, a verdade, não depende de ser verdade encontrada nas Escrituras Sagradas, mas depende de uma persona, de uma personalidade, de uma pessoa que dê a devida clareza ou o devido sentido ao que se quer defender. Portanto, nesta geração marcada pela personalização da verdade, ela, a verdade, não depende de ser mesmo verdade, mas depende de que a personalidade diga o que é a verdade e o que não é.

É o caso citado acima. Como tomamos por base e autoridade, a Bíblia (regra de fé e prática para muitos, ainda), a partir dela é que examinamos os fatos.

É interessante notar que as personalidades evangélicas, quando atingem algum status, não admitem mais serem questionadas.

Os que cometem o crime de observarem os fatos criticamente à luz da Bíblia, rapidamente são atropelados pela personalidade detentora da verdade. Tais personalidades invocam agirem em nome de Deus. E, como agem em nome de Deus, qualquer crítica ou posicionamento contrário, é agir contra Deus e seu suposto ungido.

É assim com a cantora em questão e com muitos outros personagens evangélicos, das mais diferentes denominações. Estão unidos pela aversão de terem de se explicar diante de alguma bizarrice mais chocante.

Fiz uma análise mais detalhada do vídeo. Vejam o vídeo primeiro e depois continuem a leitura do texto.

Por volta dos 17seg. há uma lista de ações apresentadas por ela que não deveriam sofrer nenhuma crítica. A lista é: tatuagem, pintar cabelo, vestir de pano de saco, e finalmente, andar como um leão no palco. Nesta altura, afirma que, “se alguém quer obedecer a Deus, levará pedrada”. Perceberam a maldade da argumentação? Não há uma defesa real sobre a tatuagem, cabelo ou pano de saco. O interesse é defender a atitude de ter andado como leão. Onde está a maldade? Ora, numa argumentação do que é obedecer a Deus, deveria ser apresentada a defesa da santidade contra a carnalidade, da santificação contra a perversão, e tudo isso se encontra claramente na Bíblia. O que não se encontra na Bíblia é a unção do leão. Vale lembrar aqui uma informação importante. Nos cultos pagãos é que havia manifestação de homens e mulheres imitando animais, sendo este, o clímax nos cultos pagãos.

Ignorar o fato de que a Bíblia não aponta tais invencionices carnais, pode. Criticar a atitude, segundo a cantora, é desobedecer a Deus, e isso não pode de jeito nenhum, mesmo que para obedecer a Deus, tenhamos que agir como os pagãos.

Em 1,1seg. ela conclama aos presentes para um compromisso de lealdade e fidelidade. Enganam-se aqueles que acham que é um compromisso com Deus. É um compromisso com ela. Novamente ela é o centro das atenções. Em momento algum ela exorta os seus seguidores a renovar o compromisso com o Senhor Jesus Cristo, sua Palavra e o santo evangelho.

Em 1,24seg. ela usa um argumento curioso: “Se não está bebendo, se embriagando, ou se prostituindo, que mal, há?” Ora, vemos novamente a maldade argumentativa e sedutora da personalização da verdade. Se não encontramos base bíblica para nortear alguma atitude, tal atitude é má. Ainda mais se a atitude andar de mãos dadas com as manifestações pagãs animalescas.

O profeta Isaías já havia alertado o povo de Israel sobre o correto e santo procedimento e o mesmo alerta serve para a nossa geração: Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo! Ai dos que são sábios aos seus próprios olhos e prudentes em seu próprio conceito. (Isaías 5. 20 e 21).

Em 1,33seg, ela apresenta sua credencial diplomática espiritual, informando aos presentes que “se ele o chamou para fazer a obra, que pecado há?” Ela é quem decide o que é ou não pecaminoso. E continuou dizendo: “que pecado há em fazer a vontade do Senhor dentro daquilo que ele te pediu.”

Prestaram atenção? O argumento soou muito espiritual, entretanto, o argumento é destituído de qualquer possibilidade de constatação realmente bíblica. Não podemos mais usar a Bíblia como regra de fé e prática, porque a vontade do Senhor está fundamentada “dentro daquilo que ele pediu”. Não mais as Escrituras Sagradas, mas a individualidade. É a personalização da verdade em seu clímax.

Não há a menor possibilidade de aferir o que ela faz ou fala, pois ela é o veículo revelacional.

Vemos o contrário sendo afirmado na Bíblia. Em Atos 17.11 lemos: Ora, estes de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica; pois receberam a palavra com toda a avidez, examinando as Escrituras todos os dias para ver se as coisas eram, de fato, assim.

Examinar as Escrituras e a partir dela julgar todas as coisas não é descrença é nobreza. Querem fazer com que a Bíblia seja deixada de lado para que a personificação da verdade ganhe proporções ainda maiores, seduzindo e subvertendo a segurança da igreja militante.

Em 2,16seg, ela diz: “vamos respeitar a unção de Deus na vida do outro.” Ou melhor, na vida dela. Pois é uma defesa dela que ela está fazendo.

O que devemos respeitar é a Bíblia, pois ela é o instrumento verdadeiro para conhecermos os propósitos do Senhor. E, segundo a Bíblia, verdadeira unção é aquela que instrui referente à própria Bíblia. A verdadeira unção é a ação iluminadora do Espírito Santo, capacitando quem ensina ou quem aprende os valores do reino de Deus e do ministério de Jesus Cristo, transformando suas ações conforme a orientação bíblica.

Em 2,28seg, ela conclama seus seguidores para que não sejam “divulgadores de notícias exageradas e mentirosas, pois não se poder conferir se a fonte é ou não verdadeira”. Ou seja, um vídeo postado no youtube, mostrando exatamente o que ela fez, não serve. Devemos acreditar nela, não naquilo que vemos e ouvimos com os nossos próprios olhos.

Em 3,18seg, ela quer que os ouvintes façam um compromisso de serem “sustentadores daqueles que estão servindo ao Senhor”. Será que somente eles, um grupo especial, servem a Deus? O apóstolo João combateu um grupo semelhante em sua época, chamados de gnósticos, qualificando tais gnósticos como anticristos.

Devemos sim, defender aqueles que estão servindo a Deus e verdadeiramente estão “levando pedradas”. Cristãos verdadeiros que estão defendendo a centralidade das Escrituras Sagradas; cristãos verdadeiros que estão denunciando o megamercado musical evangélico; cristãos verdadeiros que estão sendo perseguidos em países hostis ao evangelho; cristãos engajados na defesa da liberdade da expressão bíblica.

Há sim, muitos cristãos verdadeiros que devem ser atendidos em suas dificuldades, quer seja por doação financeira, quer seja por oração. Entretanto, não vemos tamanha mobilização pela verdade bíblica, por parte daqueles que querem ensinar a igreja ensinos que não estão na Bíblia.

Em 3.19seg, ela diz: “se você ver algo que você não concorde, ore, em secreto.” Ora, não fomos chamados para denunciar o erro, quer sejam dos nossos, quer sejam erros de fora? Os profetas do Antigo Testamento foram perseguidos exatamente por denunciarem os erros de Israel em alto e bom som.

A Igreja foi chamada para ser baluarte da verdade (1 Tm. 3.15). Entretanto, há uma convocação para não denunciar os erros. É o império da mentira ganhando terreno onde deveria imperar o império da verdade e da justiça.

Em 4,17seg, algo estranho acontece. Até então, sua postura é de uma aparente autoridade a declarar a vontade do Senhor. Entretanto, neste instante, sua expressão muda, ela fica descontraída, e fala que as “pedradas continuarão, porém, menos mãos jogarão pedras.”

É uma clara aposta na covardia e na acomodação. É uma aposta na impunidade das ações que definitivamente não encontram base bíblica e ainda qualifica as críticas como pedradas.

Ora, há uma perseguição real contra cristãos no mundo inteiro. Milhares de cristãos estão sendo mortos e perseguidos por sua fé genuinamente bíblica em Jesus. E, curiosamente, o pedido das igrejas perseguidas é que Deus lhes conceda força e serenidade para continuarem a proclamar as boas novas do evangelho e ao mesmo tempo, não desanimarem em vista da árdua perseguição.

Esta postura é completamente diferente da postura da defesa das carnalidades que temos visto atualmente em nosso País.

Por fim, não do vídeo, mas da minha paciência, ela diz para não “pararmos por causa de obstáculo algum”.

Finalmente concordo com ela. Não deveríamos parar de denunciar os erros, as atitudes antibíblicas, mesmo que as pedradas não diminuam, mesmo que os obstáculos aumentem, mesmo que sejamos em número menor, não deveríamos ficar intimidados, pois melhor é servir no reino de Deus do que no império da apostasia.

Raramente ouviremos que houve exagero por parte deste ou de qualquer outro que tenha ido além do que afirma a Bíblia. Raramente veremos estes ícones admitindo seus erros na mesma proporção. O máximo que teremos será uma notinha bem discreta.

O cristão verdadeiro deveria rejeitar tudo isso e aprender com os nobres da cidade de Bereia, qualificados como nobres, porque consultaram as Escrituras Sagradas, não acreditando imediatamente no que alguém declara como verdade, mas confiando nas Escrituras Sagradas, para averiguar a verdade.

O alerta quanto a personalização da verdade serve para os pentecostais e para os conservadores.

Deus nos ajude a dizer não ao engano, venha ele de onde vier.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Conhecendo Deus

Seus Decretos – parte I

Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a sua vinda é certa; e ele descerá sobre nós como a chuva serôdia que rega a terra. Oséias 6.3

   De tempos em tempos assisto a um determinado programa evangélico de entrevistas, dependendo do assunto e dos entrevistados. Num dado momento do programa, há uma enquete feita nas ruas, perguntando as pessoas qual a opinião delas sobre o assunto em debate. As respostas sempre me surpreenderam, menos pelo conteúdo, na maioria das vezes preocupante, e mais por sua forma. Os entrevistados sempre diziam: “eu acho”, para toda pergunta feita. Independente do tema abordado, independente de terem lido, ou não, alguma coisa a respeito, independente de terem parado, ou não, um minuto para pensar no assunto, os entrevistados sempre respondiam com um lamentável “eu acho”.

   O profeta Oséias descreveu com clareza a advertência da vinda do Senhor como certa. Nas páginas do Novo Testamento vemos com clareza ainda maior a advertência do retorno de Jesus Cristo. Até a consumação de todas as coisas, recebemos uma ordem bendita para conhecermos a Deus, pelo fato maravilhoso de Deus ter-se revelado na pessoa de Jesus Cristo.

   Temos no presente momento uma contradição de realidade. Enquanto observamos o avanço evangélico no Brasil, observamos com imensa preocupação o desconhecimento de algumas doutrinas básicas e fundamentais da fé cristã. O cristianismo que está sendo apresentado é uma caricatura do verdadeiro cristianismo bíblico.

   Idolatria, ecumenismo, egocentrismo, paganismo, crendices populares e uma forte influência mundana, sociológica e ideológica, estão moldando uma geração inteira. Dizer que isso é bom, é inverter a realidade chamando o mal de bom e o bom de mal.

   Conhecer a Deus é uma das principais características da teologia cristã clássica. É espantoso ver homens e mulheres, jovens e adolescentes mais preocupados em barganhar com o Altíssimo do que conhecê-lo. É lamentável ver evangélicos mais encantados e empolgados com determinado artista ou pregador do que com o Senhorio do Deus Todo Poderoso. É lamentável ver evangélicos amedrontados por satanás, enquanto na presença daquele que é fogo consumidor (Hebreus 12.29) são desleixados. Procedem como se estivessem assistindo a uma partida de futebol. É vergonhoso ver o hedonismo crescente no meio evangélico, onde somente se busca a satisfação pessoal.

   Muitos grupos evangélicos se reúnem somente para exigir que Deus satisfaça suas vontades. Buscam o que seus corações corruptos ordenam. Reunidos, choram, pulam, aplaudem, fecham os olhos em profunda consternação, tão somente para tentar conquistar o que querem. Tais evangélicos jamais afirmaram em oração a santa orientação: “Senhor, seja feita a tua vontade”.

   Em meio a tamanha discrepância de crenças no meio evangélico, é bom distinguir alguns termos, e o principal para este momento é fé reformada.

   Quando falamos em fé reformada, queremos que haja distinção entre aquela espécie de fé corrupta e a verdadeira fé bíblica. Portanto, fé reformada é aquela fé apresentada nas Escrituras Sagradas. É a fé que se humilha diante do Rei dos reis, que se submete ao senhorio de Jesus Cristo, que descansa à sombra do onipotente, que reconhece nele toda razão da existência, que contempla o sacrifício de Jesus Cristo como o fundamento para consternação piedosa e alegria serena, que contempla e experimenta o derramar da graça de Deus nos corações, que se alegra profundamente e intensamente pelo fato de sermos filhos de Deus, amados do Pai e herdeiros do reino celestial.

   Apresentamos nosso desejo de, nos próximos domingos, compartilharmos das maravilhosas doutrinas do ser de Deus, a começar por seus decretos. O intuito é o fortalecimento da fé com base no ensino do conhecimento de Deus, conforme revelado nas páginas das Escrituras Sagradas.

   Está será, sem dúvida, uma maravilhosa jornada amparada pela maravilhosa graça.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Debilidade democrática.

Vejam como anda nossa débil democracia. Neste momento, há uma grande agitação por causa dos direitos concedidos aos homossexuais. Vale lembrar aos leitores que as decisões do STF são inconstitucionais. O STF não está acima da lei e da constituição, pelo contrário, é obrigado a obedecê-la.

Voltando ao fato da nossa democracia estar firme como prego na polenta, acabei de ler uma entrevista de um tal Walcyr Carrasco, autor de novelas, em que ele qualificou a atual deputada estadual pelo rio de Janeiro, Miriam Rios como “burra”, pelo fato de se posicionar contrária a uma lei, chamada de PEC 23, no Rio de Janeiro. É uma espécie de PL 122 estadual.

Como se não bastasse, o autor de novelas, ainda declarou: "Só mesmo a falta de inteligência faz alguém confundir orientação sexual com pedofilia. Se ela afirma que não quis dizer isso, pior. Então, não sabe nem criar um discurso coerente."

Atualmente é assim. Quem é contrário a prática homossexual, é taxado de “burro”, “grosso”, “homofóbico”, “sem cultura”, “sem Inteligência”, “retrógrado”, “antiquado” e o pior de todas as qualificações, “conservador”.

Ora, quando vemos homens pedófilos, cerca de 90% molestando somente meninos, deduzimos o que? Homens que molestam meninos de tenra idade são pedófilos. Homens que molestam meninos de 14, 15, 16 ou 17 anos são o que? Há sim, uma ligação que não pode ser ignorada entre homossexualidade e pedofilia. Ou os leitores nunca viram o que anda acontecendo mundo afora. Ou não viram um determinado vídeo em que um famoso ativista gay falava sobre sexualidade, abraçado a uma estátua de criança.

Este senhor não sabe nada de democracia. Se soubesse alguma coisa, saberia que, numa democracia há de se tolerar as ideias contrárias. Não toleramos suas novelas?

quinta-feira, 9 de junho de 2011

O Supremo Tribunal Federal deu mais uma prova de subserviência aos desmandos de um partido político, ao libertar o terrorista Cesare Battisti.




Se já não bastasse seguir uma cartilha ideológica, um verdadeiro absurdo para uma verdaderia democracia, como no caso da aprovação gritantemente inconstitucional da união civil entre homossexuais, o STF aprovou um engodo juridico e político. A orientação não é mais o que se deve fazer em favor da legalidade, do bem, e do que é justo e constitucional. A ideologia orienta, independente do fato, da lei, do óbvio, para que tais decisões da mais alta corte do País se torne uma espécie de agência de recados de uma mentalidade revolucionária.



Eis alguns detalhes dos quatro crimes cometidos pelo terrorista Cesare Battisti:



Primeiro crime – contra um agente penitenciário que levou 3 tiros, o primeiro nas costas e os outros dois quando estava no chão.


Segundo Crime – contra um açougueiro que levou dois tiros quando estava em pé e os outros dois quando estava no chão


Terceiro Crime – contra um joalheiro que levou dois tiros na loja em que trabalhava.


Quarto crime – contra um agente de polícia e levou 5 tiros na frente de sua família quando saia de casa.



É por este assassino e terrorista que o senador Eduardo Suplicy derrama lágrimas e bate boca com seus colegas.


É exatamente sobre tais crimes que o STF ignorou, concedendo a este colega de armas de esquerdopatas liberdade.


Como explicar este desatino para as famílias italianas? Como explicar que o STF não levou em consideração o tratado vigente?



As famílias italianas choram e o terrorista comemora. Este é o atual Brasil.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

A ressurreição da Hungria

Monsenhor Ignacio Barreiro-Carámbula


17 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — Tem havido muita discussão acerca da “Constituição da Páscoa” da Hungria, assim apelidada não só porque foi aprovada por uma grande maioria nesta segunda-feira passada de Páscoa, 25 de abril, mas também porque poderá representar uma ressurreição de valores que muitos achavam que tinham quase que desaparecido totalmente das leis da Europa.


Temos de entender a importância desse documento, e o motivo por que tantos na Europa estão em pânico por causa de sua aprovação. É um passo surpreendente numa direção muito boa, representando outro passo no que muitos acreditam é uma jornada longa e arriscada de volta às raízes da Hungria e da Europa. Contudo, o que é claro é que essa Constituição se afasta da ideologia esquerdista secular que, como uma pesada capa de chumbo, parece estar cobrindo com tanta opressão e escuridão o mundo contemporâneo.


O preâmbulo da Constituição começa com a primeira linha do hino nacional da Hungria, “Oh, Senhor, bendita seja a nação húngara”, recordando as raízes cristãs dessa nação. A Constituição continua a frisar esse tema, declarando o papel incomparável desempenhado pelo Rei Santo Estevão no estabelecimento da Hungria e reconhecendo o papel que o Cristianismo tem desempenhado em sua preservação. É também muito interessante ver como essa constituição termina: “Nós, membros do Parlamento eleito em 25 de abril de 2010, estando conscientes de nossa responsabilidade diante dos homens e diante de Deus e fazendo uso de nossos poderes para adotar uma constituição, temos por meio deste decidido a primeira e unificada Lei Fundamental da Hungria conforme consta acima”.


Tomara que legisladores mais contemporâneos confessassem que têm uma responsabilidade para com Deus!


As inovações mais importantes dessa constituição, porém, se acham no Artigo 2, que estabelece que “a vida do feto será protegida desde o momento da concepção”. Esse documento no seguinte artigo III número 3 também proíbe expressamente práticas eugênicas, bem como o uso do corpo humano ou suas partes para ganho financeiro e clonagem humana.


A consequência lógica do artigo 2 é que o aborto e outros crimes contra a vida seriam em algum momento declarados ilegais e criminalizados depois que essa constituição entrar em vigor em 1 de janeiro de 2012. Conforme estabelece essa constituição, o governo submeterá ao parlamento os atos necessários para a implementação dessa nova lei fundamental.


Como se para frisar sua seriedade acerca do respeito recentemente redescoberto pela vida humana em todas as suas fases, o governo já está conduzindo uma campanha muito eficiente de anúncios contra o aborto. Não há dúvida de que essa campanha nasceu mais da necessidade de reverter o colapso demográfico da Hungria, mas é bom ver a sensatez começando a reganhar uma posição segura na Europa Oriental.


A pergunta que muitos estão fazendo é se o governo terá a coragem de ir em frente e penalizar o crime do aborto. Eles já estão sendo atacados selvagemente por grupos pró-aborto da União Europeia e outros países, e estão sofrendo pressões para reverter as cláusulas pró-vida ou atenuá-las com outras táticas.


Alguns cristãos democráticos, que foram muito responsáveis pela inclusão desse artigo na constituição, declararam como o Dr. Imre Téglásy da filial de Human Life International nos relatou, que eles não estão prontos para fazer pressões em favor da criminalização do aborto:


“Essa é a declaração teórica com a qual temos compromisso, e é apoiada pela decisão anterior do Tribunal Constitucional também. Ao mesmo tempo estamos conscientes do fato de que não podemos impor tal lei na sociedade, pois não seria aceita pela grande maioria dela. Portanto, é nosso objetivo agora convencer as pessoas mais e mais de que a vida humana tem de ser protegida desde o momento da concepção. Nossa postura é que esta declaração teórica tem de ser incluída com clareza na constituição, e o próprio ato poderá vir a ter uma realidade logo que a opinião da maioria da sociedade mudar com relação a esse assunto”.


As tentativas de reviver leis pró-vida na Hungria estão em andamento já há algum tempo. O Tribunal Constitucional da Hungria declarou em 2000, depois que diferentes grupos pró-vida, inclusive HLI, desafiaram a validez da lei de aborto, que na verdade era inconstitucionalmente ampla e o procedimento deveria ser mais restringido. Depois dessa decisão, o parlamento fez certas mudanças cosméticas, mas essas mudanças foram em grande parte ineficientes.


Certamente, a Constituição da Páscoa poderá ser desafiada no Tribunal Europeu de Direitos Humanos, como a lei antiaborto da Polônia foi.


E numa tentativa de evitar a confusão desastrosa por causa da natureza do casamento que vem dominando o Ocidente, a nova Constituição define a família como sendo “entendida como a união conjugal de um homem e uma mulher com base em seu consentimento independente; a Hungria também protegerá a instituição da família, que ela reconhece como a base para a sobrevivência da nação”.


Na discussão do documento sobre direitos humanos, não se fez nenhuma menção à orientação sexual, de modo que não há nenhuma base constitucional para se conceder tratamento especial para os homossexuais nem para se reconhecer as uniões entre pessoas do mesmo sexo.


Essa constituição também incentiva generosidade para com a vida. Primeiro, há uma cláusula estimulante que permite que os pais votem no lugar de seus filhos menores de idade. O direito de um menor por pai de “votar” será exercido por sua mãe ou outro representante legal. Desse jeito, aqueles que estão tendo filhos têm uma participação maior nas eleições da Hungria do que aqueles que não têm filhos. Segundo, a Constituição estabelece que as contribuições de impostos dos pais sejam decididas em parte por suas despesas na criação de filhos, dando aos pais com crianças novas um alívio fiscal urgentemente necessário.


Há outras cláusulas importantes na nova Constituição. Uma estabelece a separação de Igreja e Estado, mas não uma parede absoluta de separação. Em vez disso, ela declara: “Para cumprir metas comunitárias, o Estado cooperará com as igrejas”.


Outras prometem maior liberdade econômica, tais como a cláusula de que a economia da Hungria será baseada no trabalho que cria o valor, e na liberdade dos empreendimentos comerciais. Numa época em que tantos países estão criando enormes déficits orçamentários, temos de elogiar o compromisso da Hungria para com uma administração equilibrada, transparente e sustentável de seu orçamento.


O Dr. Imre Téglásy, da filial da HLI na Hungria, desempenhou um papel importante na adoção dessa constituição por meio de suas conexões políticas e seus esforços incansáveis de moldar a opinião pública e mobilizar apoios. Como pai de dez filhos, ele já está vivendo os valores que ele promove. E bravura é uma característica da família Téglásy: o pai do Dr. Téglásy ajudou a liderar a resistência aos russos e aos comunistas em sua região durante a Revolta Húngara de 1956. Ele quase foi morto e mais tarde pagou um preço elevado nas mãos das autoridades públicas por defender a liberdade e os direitos humanos. Essa é a batalha que seu filho, nosso colaborador, continua hoje em sua defesa da vida e família.


Isso não significa que a Constituição da Páscoa é perfeita. Por exemplo, ela se beneficiaria se fosse mais precisa em certas seções. E uma análise detalhada revelará alguns artigos que ainda estão cheios da ideologia esquerdista, mas as limitações das quais esse documento sofre não tiram o mérito do fato grande de que essa constituição é um passo importante e corajoso na direção certa. A chave é a determinação do governo de implementar uma proteção eficaz da vida e família, e continuar a avançar para reconstruir uma sociedade que seja inspirada por suas melhores tradições cristãs.


Que a nova Constituição da Páscoa da Hungria verdadeiramente represente uma ressurreição desse país magnífico que sofreu tanto durante sua história.


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Sancionada nova Constituição da Hungria reconhecendo a vida desde a concepção


Tribunal Europeu de Direitos Humanos proíbe crucifixos nas escolas da Itália


Agenda da União Europeia inclui festividades muçulmanas, hindus e judaicas, mas nada de Natal ou Páscoa


Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com


Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Obama usa povo judeu como moeda de troca na sua “negociação” com o mundo islâmico

Segue abaixo um dos melhores textos do jornalista Reinaldo Azevedo. Vale a leitura.


Estou aqui me penitenciando porque havia feito anotações para escrever um texto rogando aos céus — da história! — que Barack Obama não fizesse um discurso endereçado ao povo muçulmano que tivesse como centro a paz, ou a guerra, israelo-palestina. “Garrei” numa leitura durante a madrugada, lá me foi o tempo, e acabei não escrevendo. Pois Obama fez justamente o que eu mais temia: a paz no Oriente Médio tem, ele assegura, como ponto fulcral a criação do estado palestino, segundo as fronteiras de 1967.

É a primeira vez que a questão é posta nesses termos pelo governo americano. Agora, sim, Obama fez um discurso “histórico” — entrará para a história da infâmia e já vou dizer por quê. A ser verdade que a paz no Oriente Médio depende de se restabelecerem as fronteiras de 1967, tem-se que ou Israel cede a essa exigência ou será o responsável por tudo o que de ruim aconteça na região — e no mundo. Podem espernear com o que vem agora, não ligo: Hitler também dizia que, se a Alemanha fosse destruída um dia, seria um sinal de vitória dos… judeus. Não estou “comparando” uma personagem a outra; estou apontando o perigoso reducionismo de Obama.

Obama foi estupidamente ousado e errado: “No momento em que o povo do Oriente Médio e do Norte da África está se livrando do peso do passado, o esforço por uma paz duradoura [no Oriente Médio], que ponha fim aos conflitos e atenda às reivindicações, é mais urgente do que nunca”.

É mesmo?

Algumas perguntas óbvias: o que uma coisa tem a ver com a outra? Qual é a relação direta entre a emergência de movimentos ditos democratizantes no mundo muçulmano e a criação de um estado palestino nas fronteiras de 1967? Nenhuma! Se Israel cedesse à reivindicação amanhã, o terrorismo islâmico desapareceria? Não! Israel seria reconhecido por aqueles que ainda hoje dizem querer destruí-lo? Não! Qual é a relação entre o jihadismo e a questão israelo-palestina? Nenhuma! Obama criou um bode expiatório para a sua desastrada política no Oriente Médio: Israel. Se a paz não triunfar, “é porque os judeus terão vencido”, como queria o facinoroso.

Oh, Obama não é exatamente um imbecil. Reconheceu que alguns problemas continuariam a existir: o que fazer com Jerusalém? E os ditos “refugiados”? Bem, já que Israel foi tratado como invasor — desconsiderando-se os motivos que o levaram a ocupar os territórios que hoje ocupa —, o passo seguinte seria declarar o fim do estado judeu. Afinal, os árabes mantiveram armada desde sempre a bomba demográfica, não é? Uma criança nascida hoje na Jordânia ou no Egito, cujo bisavô (já dá para ser tataravô, façam as contas) seja uma “refugiado” palestino de 1948, continua a ser um palestino porque os países árabes lhe negam a cidadania, como negaram a seu pai, a seu avô, a seu bisavô, a seu tataravô.

Ocorre que Obama, o grande líder, o demiurgo dos sonhos de Arnaldo Jabor — hoje ele vai ao delírio — está cansadinho. Como se fosse um George W. Bush (aquele inventado pelos esquerdopatas, não o de fato), declarou: “A comunidade internacional está cansada — uma boa tradução seria “de saco cheio” — de um processo interminável, que nunca produz um resultado”. Entendi. Quando a comunidade internacional se cansa, então se pede a Israel que assuma a responsabilidade de produzir a paz.

Obama e os Estados Unidos foram surpreendidos pelas insurreições no países árabes. Tenta colocar todas elas debaixo do mesmo guarda-chuva da “Primavera Árabe”, mas sabe que isso é falso. Com 15 dias de protesto no Egito, entregou Hosni Mubarak, aliado histórico, de bandeja. Apóia, como um doidivanas, um grupo coalhado de jihadistas na guerra civil da Líbia; censura Bashar Al Assad na Síria pela truculência, mas torce para que ele controle a revolta porque os sunitas que querem derrubar o tirano são uma incognita; pede respeito à oposição no Bahrein, mas, indiretamente, dá suporte ao porrete que aquele governo desce no coco dos xiitas pró-Irã. Pede calma ao ditador do Iêmen, mas sabe que a chance de o país cair nas maos de extremistas — a Al Qaeda domina uma parte do território — é imensa. Vê-se às voltas com a crescente hostilidade aos americanos no Paquistão; no Afeganistão, a intervenção está longe do fim; silencia sobre a ditadura saudita porque ali, de fato, é a fronteira do fim do mundo…

Tudo somado e subtraído, multiplicado pela mistificação e dividido pela metafísica influente, Obama chegou a uma conclusão: é preciso que Israel retorne às fronteiras de 1967, garantindo, claro!, a segurança de Israel, num estado desmilitarizado etc e tal. Se o fizesse, o imbróglio acima seria solucionado num passe de mágica.

Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, já reagiu à fala de Obama e descartou a proposta. A Folha, por exemplo, sintetiza assim a recusa: “[Netanyahu ] descartou a hipótese de devolver aos palestinos as áreas invadidas pelo Estado judeu em parte da Cisjordânia, faixa de Gaza, Jerusalém Ocidental e Golã.” Como se nota, a tentativa de países árabes de destruir Israel em 1967 e 1973 se transformou numa “invasão do estado judeu”. Mais ainda: eu não sabia que um eventual estado palestino também ocuparia Golã… Acho que nem os sírios sabem disso. Certamente não concordariam…

Os otimistas destacariam que Obama desestimulou os palestinos a fazer uma declaração unilateral de independência e coisa e tal… Mero tributo do vício à virtude. A besteira essencial foi feita. Doravante, o terrorismo islâmico e as revoltas muçulmanas, assumam a coloração que assumirem, tomem a direção que tomarem, terão uma causa, uma raiz: a não-existência de um estado palestino segundo as fronteiras de 1967…

Em suma: segundo Obama, deveremos sempre perguntar aos judeus por que não há paz no mundo.

Noto, para encerrar, que os israelenses ocupavam o Sul do Líbano e saíram de lá. O Hezbollah tomou conta da região e a utiliza como plataforma de ataque a… Israel. Os israelenses ocupavam militarmente a Faixa de Gaza e saíram de lá, retirando os assentados na porrada. Os Hamas toma conta da região e a utiliza como plataforma de ataque a… Israel.

Encerro o meu artigo com o que disse no domingo, no hotel Copacabana Palace, num evento com a comunidade judaica, em comemoração as 63 anos de Israel: oferecer terras em troca da paz é uma proposta estúpida, suicida. A paz vem primeiro. Os palestinos desistam de vez do terrorismo, reconheçam o direito de Israel de existir em paz e ponham fim às relações com notórios financiadores do terror, como Irã e Síria, e então se pode falar em negociação.

Obama deveria saber que não existe paz “a qualquer custo”, porque o “custo qualquer” pode significar, no tempo, o fim de Israel, ainda que pela via… pacífica. Não vai acontecer — não aconteceria de modo pacífico desta vez…

O mundo saúda o “discurso histórico”? Pois eu o lamento e o considero moralmente justificador do terrorismo. Não estou nem surpreso nem decepcionado. Constato, aliás, que as minhas reservas todas a Obama foram plenamente recepcionadas em seu discurso. O presidente americano usou o povo judeu como moeda de troca na sua “negociação” com o mundo islâmico. Tudo bem pensado e pesado, por que não o faria?


Texto extraído do blog do Reinaldo Azevedo.

Jean Carlos Serra Freitas

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Mais uma tragédia na educação promovida pelo MEC.


O governo do PT não dá trégua mesmo. É surpreendente as trapalhadas e a tentativa de subverter completamente a moral, nivelando por baixo, ou seja, nivelando todos por eles. Como se não bastasse a roubalheira, a demagogia, a empulhação, a desmoralização mundo afora do Brasil, ainda temos de engolir os pensadores de titica do MEC.
Não satisfeito com as trapalhadas do ENEM, não satisfeito em posicionar o Brasil num dos piores índices de rendimento escolar do mundo, sem contar a violação educacional ao aprovar o tal do “kit gay” ou de distribuir camisinhas para crianças de 10 anos, esse centro de atraso brasileiro resolveu aprovar um livro didático que ensina o aluno a falar errado. Leia a seguir a reportagem do site IG:

Livro usado pelo MEC ensina aluno a falar errado
Livro didático de língua portuguesa adotado pelo MEC (Ministério da Educação) ensina aluno do ensino fundamental a usar a “norma popular da língua portuguesa”.
O volume Por uma vida melhor, da coleção Viver, aprender, mostra ao aluno que não há necessidade de se seguir a norma culta para a regra da concordância. Os autores usam a frase “os livro ilustrado mais interessante estão emprestado” para exemplificar que, na variedade popular, só “o fato de haver a palavra os (plural) já indica que se trata de mais de um livro”. Em um outro exemplo, os autores mostram que não há nenhum problema em se falar “nós pega o peixe” ou “os menino pega o peixe”.
Ao defender o uso da língua popular, os autores afirmam que as regras da norma culta não levam em consideração a chamada língua viva. E destacam em um dos trechos do livro: “Muita gente diz o que se deve e o que não se deve falar e escrever, tomando as regras estabelecidas para norma culta como padrão de correção de todas as formas lingüísticas”.
E mais: segundo os autores, o estudante pode correr o risco “de ser vítima de preconceito linguístico” caso não use a norma culta. O livro da editora Global foi aprovado pelo MEC por meio do Programa Nacional do Livro Didático.

http://colunistas.ig.com.br/poderonline/2011/05/12/livro-usado-pelo-mec-ensina-aluno-a-falar-errado/

Seu creysson aprovou o livro didático. É um bom sinal.

terça-feira, 10 de maio de 2011

O melhor do Brasil é o brasileiro, e o pior também.



As coisas andam muito estranhas. O terrorista Osama Bil Laden mata milhares de pessoas mundo afora, mata 3 mil pessoas numa mega ação terrorista nos EUA, se transformando automaticamente em alvo militar, e, quando finalmente é morto, surgem os defensores do indefensável.
Lamentavelmente temos senadores como Eduardo Suplicy, Lindbergh Farias e Cristovam Buarque, discursaram no senado, obviamente contrários a ação militar dos EUA que resultou na bem sucedida morte do terrorista.
Não vi nenhum destes senhores demonstrando a mesma solidariedade para com as famílias atingidas pelo terrorista. Onde estavam? Não dá para negociar com terrorista! Mas na cabeça destes senhores, deveria ser tratado com a devida paciência.
Outra informação constrangedora, para nós, os contribuintes, envolveu a Ministra da Cultura, senhora Ana de Hollanda, que recebeu diárias sem ter trabalhado. Segundo o Estadão on line, em quatro meses, Ana recebeu cerca de R$ 35,5 mil por 65 diárias, sendo que a agenda não registra compromisso oficial em, no mínimo, 16 desses dias. O custo em passagens aéreas foi de R$ 17,3 mil. A ministra ficou em Brasília em no máximo 4 dos 17 fins de semana desde a posse. E para surpresa geral, em pronunciamento sobre o episódio, a ministra acusou a imprensa, embargou a voz, quase chorou. Ora, os contribuintes é que deveriam estar chorando por verem os suados impostos gastos de forma inapropriada.
Segundo o “Correio do Estado”, O ex-deputado federal José Genoino (PT-SP), que nos anos 70 participou da Guerrilha do Araguaia e foi preso pelo Exército em 1972 por sua atuação na resistência armada à ditadura, foi condecorado hoje pela manhã, no Rio, com a Medalha da Vitória. Genuíno, réu no processo do mensalão, recebendo condecoração militar, é mesmo o fim!
A subserviência das entidades democráticas é uma vergonha! É vergonhoso as Forças Armadas ser submetida a tal abominação perante sua bela história de defesa da pátria. É exatamente isso que querem estes comunistas-socialistas, mostrar para as Forças Armadas que elas ganharam em 64, impedindo o golpe comunista no Brasil, mas no final, quem acabou ganhando foram eles. Ganharam mas não levaram.
Por fim, aprovou-se a união civil de homossexuais. Rapidamente esta união civil ganhou o nome de casamento. As emissoras antes da votação davam o nome de união civil. Depois da votação do STF, passaram a chamar de casamento.
É claro que vivemos numa democracia, contanto que você pense exatamente e concorde exatamente com os que hoje estão no poder.
O que é pior no Brasil, a pasmaceira intelectual, a fraude constitucional ou falta de vergonha na cara?
Ora, ambas estão intimamente ligadas.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Como debater com esquerdistas

Como debater com esquerdistas
OLAVO DE CARVALHO
Diário do Comércio (editorial) , 20 de junho de 2007

Olavo de Carvalho

Os liberais e conservadores deste país nunca hão de tirar o pé da lama enquanto continuarem acreditando que nada mais os separa dos esquerdistas senão uma divergência de idéias, apta a ser objeto de polidas discussões entre pessoas igualmente honestas, igualmente respeitáveis. A diferença específica do movimento revolucionário mundial é que ele infunde em seus adeptos, servidores e mesmo simpatizantes uma substância moral e psicológica radicalmente diversa daquela que circula nos corações e mentes da humanidade normal.

O revolucionário sente-se membro de uma supra-humanidade ungida, portadora de direitos especiais negados ao homem comum e até mesmo inacessíveis à sua imaginação. Quando você discute com um esquerdista, ele se apóia amplamente nesses direitos, que você ignora por completo. A regra comum do debate, que você segue à risca esperando que ele faça o mesmo, é para ele apenas uma cláusula parcial num código mais vasto e complexo, que confere a ele meios de ação incomparavelmente mais flexíveis que os do adversário. Para você, uma prova de incoerência é um golpe mortal desferido a um argumento. Para ele, a incoerência pode ser um instrumento precioso para induzir o adversário à perplexidade e subjugá-lo psicologicamente. Para você, a contradição entre atos e palavras é uma prova de desonestidade. Para ele, é uma questão de método. A própria visão do confronto polêmico como uma disputa de idéias é algo que só vale para você. Para o revolucionário, as idéias são partes integrantes do processo dialético da luta pelo poder; elas nada valem por si; podem ser trocadas como meias ou cuécas. Todo revolucionário está disposto a defender “x” ou o contrário de “x” conforme as conveniências táticas do momento. Se você o vence na disputa de “idéias”, ele tratará de integrar a idéia vencedora num jogo estratégico que a faça funcionar, na prática, em sentido contrário ao do seu enunciado verbal. Você ganha, mas não leva. A disputa com o revolucionário é sempre regida por dois códigos simultâneos, dos quais você só conhece um. Quando você menos espera, ele apela ao código secreto e lhe dá uma rasteira.

Você pode se escandalizar de que um desertor das tropas nacionais seja promovido a general post mortem enquanto no regime que ele desejava implantar no país o fuzilamento sumário é o destino não só dos desertores, mas de meros civis que tentem abandonar o território. Você acha que denunciando essa monstruosa contradição acertou um golpe mortal nas convicções do revolucionário. Mas, por dentro, ele sabe que a contradição, quanto menos explicada e mais escandalosa, mais serve para habituar o público à crença implícita de que os revolucionários não podem ser julgados pela moral comum. A derrota no campo dos argumentos lógicos é uma vitória psicológica incomparavelmente mais valiosa. Serve para colocar a causa revolucionária acima do alcance da lógica.

Você não pode derrotar o revolucionário mediante simples “argumentos”. A eles é preciso acrescentar o desmascaramento psicológico integral de uma tática que não visa a vencer debates, mas a usar como um instrumento de poder até mesmo a própria inferioridade de argumentos. Em cada situação de debate é preciso transcender a esfera do confronto lógico e pôr à mostra o esquema de ação em que o revolucionário insere a troca de argumentos e qual o proveito psicológico e político que pretende tirar dela para muito além do seu resultado aparente.

Mas isso quer dizer que o único debate eficiente com esquerdistas é aquele que não consente em ficar preso nas regras formais num confronto de argumentos, mas se aprofunda num desmascaramento psicológico completo e impiedoso.

Provar que um esquerdista está errado não significa nada. Você tem é de mostrar como ele é mau, perverso, falso, deliberado e maquiavélico por trás de suas aparências de debatedor sincero, polido e civilizado.

Faça isso e você fará essa gente chorar de desespero, porque no fundo ela se conhece e sabe que não presta. Não lhe dê o consolo de uma camuflagem civilizada tecida com a pele do adversário ingênuo.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Definição de Fernando Pessoa sobre o comunismo.

“O comunismo é um dogmatismo sem sistema. Se o que há de lixo moral e mental em todos os cérebros pudesse ser varrido e reunido e, com ele, se formar uma figura gigantesca, tal seria a figura do comunismo, inimigo supremo da liberdade e da humanidade, como o é tudo o que dorme nos baixos instintos que se escondem em cada um de nós”

Fernando Pessoa

terça-feira, 29 de março de 2011

Liberdade de expressão... somente em favor dos homossexuais. Isto é a penas o começo.


Deputado gay Jean Wyllys declara guerra aos cristãos e promove censura na internet

O recém-eleito deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), homossexual militante que conseguiu alguma notoriedade participando do programa Big Brother Brasil da Rede Globo, lançou, na semana passada, uma campanha de combate ao cristianismo.

Em sua página do Twitter, Jean publicou várias mensagens dizendo que cristãos são doentes, homofóbicos, preconceituosos, violentos, ignorantes e fanáticos, e que ele se dedicará ainda mais a eliminar a influência do cristianismo na sociedade. O deputado enfatizou que seu mandato tem como foco a defesa dos interesses da militância gay e o combate a seus "inimigos".

O deputado, que é membro da Frente Parlamentar LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e travestis) no Congresso Nacional, aproveitou para convocar seus seguidores para se juntar a ele em sua guerra particular. Jean obteve respostas diversas: angariou o apoio previsível de seus seguidores militantes da causa gay, e provocou a reação de inúmeros outros usuários da rede social, indignados com as ofensas do parlamentar aos cristãos e com seus ataques à liberdade de expressão, religião e comunicação.

Jean promove uma campanha de censura a usuários do Twitter que são contrários às idéias que ele defende, como o "casamento" homossexual, as cartilhas de suposto combate à "homofobia" do MEC (mais conhecidas como Kit Gay) e o PLC 122/2006 (lei da mordaça gay), projeto de lei que pretende transformar em crime qualquer crítica ou oposição ao comportamento homossexual ou às pretensões do lobby gay.

Uma das primeiras vítimas da campanha censória de combate ao cristianismo deflagrada por Jean Wyllys foi o usuário Carlos Vendramini.

Valendo-se do direito que qualquer cidadão possui em uma democracia, Vendramini fez, no Twitter, críticas ao Kit Gay, ao PLC 122/06 e a outros projetos gayzistas e aos parlamentares que os apóiam, como Jean Wyllis, Marta Suplicy e Cristovam Buarque, dentre outros. Incomodado com as críticas, o deputado disse, em seu blog, que estava acionando advogados da Frente LGBT para censurar o perfil de Vendramini, que Jean imagina ser "membro fundamentalista de uma parcela conservadora da direita católica em São Paulo" (sic) e estar praticando "perseguição" a ele.

O perfil de Vendramini no Twitter, @crfvendramini, foi censurado na quinta-feira, 17/03/2011. Também sua página no Facebook foi eliminada, sem nenhuma justificativa, havendo a possibilidade de ter sido hackeada.

A censura imposta por Jean Wyllys a Carlos Vendramini provocou inúmeras reações no Twitter na sexta-feira, a maioria delas de repúdio à ação do deputado e em apoio ao usuário que teve seu perfil eliminado.

Alguns participantes do Twitter tentaram entrar em contato com Carlos Vendramini por e-mail, mas não obtiveram resposta, e se mostram preocupados com o que mais pode ter acontecido, já que ele vinha recebendo ameaças de ativistas gays que diziam estar "de olho" nele e em outros usuários que criticam os projetos e exigências da militância homossexual.

Fonte: http://liberdadedeexpressao.multiply.com/reviews/item/356

sexta-feira, 4 de março de 2011

Quando os planos de Deus não fazem sentido!


Quando somos agraciados por Deus com suas bênçãos, nossos corações se enchem de santa alegria. Somos movidos a cantar e a exaltar o bondoso Deus que nos alcançou com graça e com misericórdia. Ficamos esfuziantes e aptos a animar outros que porventura estejam em graves situações.
Tudo parece perfeito. Entretanto, não podemos nos esquivar de um fato que atormenta muitos cristãos, ou seja, o que fazer quando os planos de Deus não fazem sentido para nós?
No limiar desta pergunta encontra-se uma tragédia nos corações dos cristãos. Muitos se alegram quando tudo caminha dentro da nossa perspectiva, porém, quando Deus decide seguir um roteiro diferente do nosso roteiro, ficamos indignados, frustrados e perdidos, e o mais lamentável de tudo é que passamos a desconfiar de Deus.
O que há de errado com esta geração que não admite ser contrariada pelo Altíssimo? O que há de errado com esta geração de cristãos que ora determinando isso ou aquilo? O que há de errado com esta geração que admite um deus à própria imagem, mas se constrange com o Deus soberano exercendo sua soberania?
Quando os planos de Deus não fazem sentido, muitos procuram respostas enganosas em “novas revelações”. Carnais que são, querem que alguém lhes dê um sentido à vida, pois estão perdidos e agitados como ímpios desobedientes.
Os que agem assim, não querem buscar a verdade em Deus, mas querem que suas verdades, suas vontades e seus desejos carnais sejam satisfeitos. Não sabem o que significa submissão, pois seguem a mensagem da “vitória pessoal”, amam musiquetas evangélicas que ensinam mensagens carnais de vitória, de conquistas, de grandes feitos, enquanto a maior de todas as vitórias, a maior de todas as conquistas, realizadas pelo Rei dos reis fica relegada em um canto qualquer.
Felizmente, todos nós seremos confrontados com uma dura realidade, e, muitas vezes na vida cristã, os planos de Deus não farão sentido para nós. Os cristãos bíblicos, quando se depararem com esta realidade, não ficarão nem frustrados, nem agitados como meninos agitados pelo vento, nem perdidos sem respostas, nem agirão como os ímpios ou como os pagãos modernos dentro das igrejas evangélicas.
Os cristãos bíblicos sabem e confiam na vitória de Cristo na cruz do calvário. Os cristãos bíblicos sabem que todo bem procede de Deus (Tiago 1.17). Alegram-se no fato que tudo o que Deus faz é perfeito, pois sabem quem é aquele que enviou seu único filho para morrer por pecadores como nós para nos resgatar e nos adotar como filhos e herdeiros da nova aliança.
Confrontados com os planos de Deus, se lembram de que tudo coopera para o bem e não para o mal (Rm. 8.28), e se alegram.
O que faremos quando os planos de Deus não fizerem sentido à nossa mente pequena e limitada? Ora, confiaremos em Deus, pois ele é o nosso Criador e tudo o que Deus faz serve para a sua própria glória, mesmo que eu e você não entendamos muito bem isso.
Deus seja louvado, quando entendemos os seus planos e quando não entendermos os seus planos.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Como escolher uma boa igreja?

Esta é, sem dúvida, uma pergunta muito difícil de ser respondida para a maioria dos evangélicos.
Diante de tantas opções do mercado evangélico, encontramos dezenas de igrejas diferentes, ênfases ministeriais pessoais; igrejas que enaltecem os grupos familiares; igrejas que adulam os conjuntos musicais; igrejas “supostamente” visionárias e igrejas adequadas a um determinado perfil social, de acordo ao gosto do cliente; igrejas que afirmam ter encontrado uma visão melhor e mais santa, enfim, a lista parece interminável e, por isso mesmo, escolher uma igreja parece ser uma tarefa muito complicada.
A complicação é somente aparente e há dois aspectos a serem observados. O primeiro aspecto é a existência de dois grandes grupos evangélicos que procuram somente satisfazer suas necessidades pessoais. O que importa para esse primeiro grupo não é a verdade, mas o prazer pessoal. Tal atitude enquadra-se mais no pecado da idolatria pessoal do que qualquer outra coisa.
O segundo grupo também procura uma igreja que lhes dê prazer e satisfaça suas necessidades e vontades. Entretanto, este grupo trabalha e se dedica intensamente. O grave problema é que tal grupo está pouco ou nada interessado em procurar na Bíblia, a base bíblica que justifique as inovações formuladas pelo líder espiritual.
Há outros grupos no meio evangélico. Para contemplar todos estes grupos, penso que seria necessário um livro é não é nosso propósito agora.
O segundo aspecto é que, lamentavelmente, boa parte dos evangélicos não sabe muito bem o que esperar de uma igreja, simplesmente porque não entendeu o que a Bíblia orienta sobre a igreja.
Quando pensamos neste assunto, ou seja, o que é uma boa igreja, a questão toda passa pela Escritura Sagrada, pelo menos deveria. Uma boa igreja jamais será uma igreja perfeita, pois ainda militamos neste mundo contra o pecado que ainda habita em nós. Portanto, não podemos procurar uma igreja perfeita, pois ela simplesmente não existe.
No passado, procurar uma igreja era bem mais simples. Penso que algumas perguntas, se respondidas honestamente, ajudaria. Vejamos: Onde eu posso aprender a ter zelo, reverência, amor e submissão pela Palavra de Deus? Onde eu posso aprender quem eu sou segundo a Palavra de Deus? Qual a igreja que proclama que a centralidade da vida é Cristo e sua Palavra? Onde está sendo pregado sobre o mal da alma humana que é o pecado, sem qualificar o pecado como um “problema”, mas como pecado? Onde posso ouvir que Jesus Cristo deve ser honrado e tão somente Cristo? Onde posso ser instruído a aprender antes de servir? Onde posso aprender a servir como consequência do conhecimento e do amor a Deus e a Jesus Cristo? Onde posso aprender que Jesus cuidará da minha salvação até o fim da minha vida?
Onde posso aprender que não há barganhas com Deus? Onde posso aprender que sou pecador e que dependo da ação extraordinária da graça de Deus sobre minha vida? Onde eu posso aprender que Deus é Senhor absoluto, que Deus é soberano e que este absoluto e soberano Deus cuida de mim? Onde eu posso aprender que é Deus, segundo revelado nas Escrituras Sagradas?
O veneno dos falsos mestres, a embriaguez do juízo e o encanto da serpente, tolheram o discernimento de muitos. Perdidos, procurando o que lhes agrada, contaminados pelo obscuro, encontrarão somente mais engano.
As perguntas acima, se respondidas com sinceridade, ajudaria a procurar uma igreja onde Deus é a prioridade e não o homem.
Uma vez encontrada esta igreja, não tenha a ingênua impressão da perfeição, afinal, caminhamos em direção a Jesus Cristo, que um dia nos purificará de todo o pecado, mas ainda não chegou este dia. Até lá, que tal lutar para preservar a igreja local, orando e clamando a Deus que nos proteja do erro da falsa adoração?

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Decisão da Unesco

Recentemente O Comitê Executivo da UNESCO considerou que o tumulo de Raquel é um patrimônio da religião islâmica e reclassificou o lugar como mesquita.
Isso quer dizer que a UNESCO nega a Israel o direito de adicionar à lista da herança nacional os túmulos dos seus patriarcas em Hebron, onde está enterrada a maioria dos patriarcas.
Como se vê, a UNESCO ignora de forma vil os 5 mil anos da história de Israel em favor do Islã.
Melhor ler isso do que ser cego.

Jean Carlos Serra Freitas

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Oposição escondida, incompetência gerencial, e a tragédia do Rio minimizada pelo voluntariado.

Tenho acompanhado com grande consternação a tragédia das chuvas no Rio de Janeiro. Algo que me chamou muito a atenção em todas as reportagens que tenho visto até o momento é o empenho e a dedicação dos voluntários. Não se vê nada que lembre o atual governo, federal ou estadual.
Caso não fosse a disposição de homens, mulheres e crianças, atendendo e socorrendo os atingidos pela calamidade, a situação estaria ainda mais desesperadora.
É impressão minha ou a “mãe do Brasil” abandonou seus “filhos” a própria sorte? É impressão minha ou aquele cidadão defensor do aborto somente ensaiou uma ação mais positiva do governo estadual?
Segundo relatos, não há efetivamente a presença do Estado, auxiliando como deveria. Quando o Haiti foi atingido pelo terremoto que devastou a capital, rapidamente as tropas militares foram arregimentadas.
De acordo com a reportagem do Estadão (http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/artigo.aspx?cp-documentid=27280169) a falta de organização atrasa muito o processo de doações, prejudicando ainda mais a assistência às vítimas da tragédia.
Qual a razão de tamanha demora? Perguntar não ofende. Ou melhor, perguntar ofende sim, o bom senso.

Parabéns aos voluntários, muitos deles vítimas da tragédia.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Conheça um pouco da Ministra dos Direitos Humanos.

A seguir, informações obtidas no site: http://www.coturnonoturno.blogspot.com/



Quando ainda era deputada federal, Maria do Rosário (PT-RS) envolveu-se em um bate-boca com o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), conforme o vídeo acima. O PT prometeu entrar com uma representação pedindo a cassação do pepista por quebra de decoro. Nunca entrou. Para quem não lembra, a deputada gaúcha passou por uma situação constrangedora, quando o seu cunhado foi preso em uma casa de tolerância, com uma menor de 11 e outra de 15 anos. Rosário presidia a CPI Mista do Congresso sobre a Exploração Sexual de Menores. No governo Dilma, a gaúcha será a Secretária de Direitos Humanos e, no primeiro dia, já quis peitar os militares para implantar a Comissão da Verdade.