Ambiente destinado a liberdade de expressão sobre os mais variados assuntos.

Ora, destruídos os fundamentos, que poderá fazer o justo?
Salmo 11:3

Porque nada podemos contra a verdade, senão em favor da própria verdade.
2 Coríntios 13:8








segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Decisão da Unesco

Recentemente O Comitê Executivo da UNESCO considerou que o tumulo de Raquel é um patrimônio da religião islâmica e reclassificou o lugar como mesquita.
Isso quer dizer que a UNESCO nega a Israel o direito de adicionar à lista da herança nacional os túmulos dos seus patriarcas em Hebron, onde está enterrada a maioria dos patriarcas.
Como se vê, a UNESCO ignora de forma vil os 5 mil anos da história de Israel em favor do Islã.
Melhor ler isso do que ser cego.

Jean Carlos Serra Freitas

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Oposição escondida, incompetência gerencial, e a tragédia do Rio minimizada pelo voluntariado.

Tenho acompanhado com grande consternação a tragédia das chuvas no Rio de Janeiro. Algo que me chamou muito a atenção em todas as reportagens que tenho visto até o momento é o empenho e a dedicação dos voluntários. Não se vê nada que lembre o atual governo, federal ou estadual.
Caso não fosse a disposição de homens, mulheres e crianças, atendendo e socorrendo os atingidos pela calamidade, a situação estaria ainda mais desesperadora.
É impressão minha ou a “mãe do Brasil” abandonou seus “filhos” a própria sorte? É impressão minha ou aquele cidadão defensor do aborto somente ensaiou uma ação mais positiva do governo estadual?
Segundo relatos, não há efetivamente a presença do Estado, auxiliando como deveria. Quando o Haiti foi atingido pelo terremoto que devastou a capital, rapidamente as tropas militares foram arregimentadas.
De acordo com a reportagem do Estadão (http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/artigo.aspx?cp-documentid=27280169) a falta de organização atrasa muito o processo de doações, prejudicando ainda mais a assistência às vítimas da tragédia.
Qual a razão de tamanha demora? Perguntar não ofende. Ou melhor, perguntar ofende sim, o bom senso.

Parabéns aos voluntários, muitos deles vítimas da tragédia.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Conheça um pouco da Ministra dos Direitos Humanos.

A seguir, informações obtidas no site: http://www.coturnonoturno.blogspot.com/



Quando ainda era deputada federal, Maria do Rosário (PT-RS) envolveu-se em um bate-boca com o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), conforme o vídeo acima. O PT prometeu entrar com uma representação pedindo a cassação do pepista por quebra de decoro. Nunca entrou. Para quem não lembra, a deputada gaúcha passou por uma situação constrangedora, quando o seu cunhado foi preso em uma casa de tolerância, com uma menor de 11 e outra de 15 anos. Rosário presidia a CPI Mista do Congresso sobre a Exploração Sexual de Menores. No governo Dilma, a gaúcha será a Secretária de Direitos Humanos e, no primeiro dia, já quis peitar os militares para implantar a Comissão da Verdade.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Os barões

Olavo de CarvalhoDiário do Comércio, 1 de dezembro de 2010

http://www.olavodecarvalho.org/semana/101201dc.html

Um leitor pede gentilmente que eu lhe diga quem, afinal, são os tão falados e jamais nomeados “barões da droga”. Quem ganha com o crescimento ilimitado das quadrilhas de narcotraficantes e sua transformação em força revolucionária organizada, ideologicamente fanatizada, adestrada em táticas de guerrilha urbana, capacitada a enfrentar com vantagem as forças policiais e não raro também as militares?
A resposta é simplicíssima: quem ganha com o tráfico de drogas é quem produz e vende drogas. O maior, se não o único fornecedor de drogas ao mercado brasileiro são as Farc, Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia. São elas, também, que dão adestramento militar e assistência técnica ao Comando Vermelho, ao PCC e a outras quadrilhas locais.
Já faz dez anos que o então principal traficante brasileiro, Fernandinho Beira-Mar, preso na Colômbia, descreveu em detalhes a operação em que trocava armas contrabandeadas do Líbano por duas toneladas anuais de cocaína das Farc. Também faz dez anos que uma investigação da Polícia Federal chegou à seguinte conclusão: “A guerrilha tem o comando das drogas” (v. http://www.olavodecarvalho.org/semana/031002jt.htm). Se alguém ainda tem dúvidas a respeito, é que está gravemente afetado da Síndrome do Piu-Piu: “Será que eu vi um gatinho?”
Mas, dirá o leitor, não há também políticos envolvidos na trama, gente das altas esferas, que dirige tudo de longe, discretamente, sem mostrar a cara ou sujar as mãozinhas?
É claro que há. Mas só são invisíveis a quem tenha medo de os enxergar. Para descobri-los, basta averiguar quem, na política, protege as Farc. Não preciso dar nomes, preciso? Para avivar a memória, leia as listas de participantes do Foro de São Paulo, entidade criada precisamente para articular, numa estratégia revolucionária abrangente, a política e o crime.
Alguns ganham muito dinheiro com isso, mas nem todos, na lista, têm interesse financeiro direto no narcotráfico – o que não os torna menos criminosos, é claro. As Farc e organizações similares servem-lhes de arma de barganha, para criar o caos social, intimidar o inimigo e extorquir dele concessões políticas que valem muito mais do que dinheiro. Quando a guerrilha está em vantagem, os políticos – para usar uma expressão já velha – sublinham com as armas da retórica a retórica das armas, anunciando o advento de uma sociedade justa gerada no ventre do morticínio redentor. Quando a guerrilha está perdendo, eles usam o restinho dela como instrumento de chantagem, oferecendo a “paz” em troca da transformação dos bandos armados em partidos políticos, de modo a premiar a imensa lista de crimes hediondos com a abertura de uma estrada risonha e franca para a conquista do poder. Mais detalhes em http://www.olavodecarvalho.org/semana/070924dc.html.
São esses os barões. Não há outros.
A parceria deles com o narcotráfico vem de longe. Começou na Ilha Grande, nos idos de 70, quando os terroristas presos começaram a doutrinar os bandidos comuns e a ensinar-lhes os rudimentos da guerrilha urbana segundo o manual de Carlos Marighela. Naquela época os guerrilheiros e a liderança esquerdista em geral tinham um complexo de inferioridade: viam-se como uma elite isolada, sem raízes nem ressonância no “povo”, em cujo nome falavam com um sorriso amarelo. Por uma feliz coincidência, foram parar na cadeia numa época em que o filósofo germano-americano Herbert Marcuse tinha lhes dado uma idéia genial: a faixa de população mais sensível à pregação revolucionária não eram os trabalhadores, como pretendia Karl Marx, e sim os marginais – ladrões, assassinos, narcotraficantes. Que parassem de fazer pregação nas fábricas e buscassem audiência no submundo – tal era o caminho do sucesso. Quando as portas do cárcere se fecharam às suas costas, abriram-se para eles as portas da mais doce esperança: lá estava, no pátio da prisão, o tão ambicionado “povo”. Sua função no esquema? Transmutar o reduzido círculo de guerrilheiros em movimento armado das massas revolucionárias.
Em 1991, o projeto, em formato definitivo, já vinha exposto com toda a clareza no livro Quatrocentos Contra Um, de autoria do líder do Comando Vermelho, William da Silva Lima, publicado pela Labortexto e lançado ao público na sede da Associação Brasileira da Imprensa, entre aplausos de mandarins da intelectualidade esquerdista que ali viam materializados os seus sonhos mais belos de justiça e caridade. Mais que materializados, ampliados:
“Conseguimos aquilo que a guerrilha não conseguiu: o apoio da população carente. Vou aos morros e vejo crianças com disposição, fumando e vendendo baseado. Futuramente, elas serão três milhões de adolescentes, que matarão vocês nas esquinas.”
Todo o descalabro sangrento que hoje aterroriza a população do Rio de Janeiro não é senão a efetivação do plano aí esboçado com a ajuda dos mesmos luminares do esquerdismo que hoje pontificam sobre “segurança pública”.
O parágrafo seguinte não preciso escrever, porque já escrevi. Está no Diário do Comércio de 16 de outubro de 2009 (http://www.olavodecarvalho.org/semana/091016dc.html):
“Mais tarde os terroristas subiram na vida, tornaram-se deputados, senadores, desembargadores, ministros de Estado, tendo de afastar-se de seus antigos companheiros de presídio. Estes não ficaram, porém, desprovidos de instrutores capacitados. A criação do Foro de São Paulo, iniciativa daqueles terroristas aposentados, facilitou os contatos entre agentes das Farc e as quadrilhas de narcotraficantes brasileiros – especialmente do PCC –, dos quais logo se tornaram mentores, estrategistas e sócios. Foi o que demonstrou o juiz federal Odilon de Oliveira, de Ponta Porã, MS, pagando por essa ousadia o preço de ter de viver escondido, como de fosse ele próprio o maior dos delinqüentes (v. http://www.eagora.org.br/arquivo/Farc-ensina-seqestro-a-PCC-e-CV-afirma-juiz/ e sobretudo http://odilon.telmeworlds.sg/), enquanto os homens das Farc transitam livremente pelo país, têm toda a proteção da militância esquerdista em caso de prisão e até são recebidos como hóspedes de honra por altos próceres petistas.”
Mas também é claro que, entre esses dois momentos, os apóstolos da sociedade justa não ficaram parados: fizeram leis que dificultam a ação da polícia (o governador carioca Leonel Brizola chegou a bloqueá-la por completo), espalharam por toda a sociedade a noção de que os bandidos são vítimas e, a pretexto de combater o crime por meio de uma “política de inclusão”, construíram nos redutos da bandidagem obras de infra-estrutura que tornam a vida dos criminosos mais confortável e sua ação mais eficiente. No meio de tanta atividade meritória, ainda tiveram tempo de estreitar os laços tático-estratégicos entre as quadrilhas de delinqüentes e a militância política, articulando, nas reuniões do Foro de São Paulo, a colaboração entre as Farc e o MST, que hoje recebe da guerrilha colombiana o mesmo adestramento em técnicas de guerrilha que começou a ser transmitido aos presos da Ilha Grande na década de 70.
Falar em “ligações” da esquerda com o crime é eufemismo. O que há é a unidade completa, a integração perfeita, uma das mais formidáveis obras de engenharia revolucionária de todos os tempos. Não espanta que empreendimento de tal envergadura tenha a seu dispor, entre os “formadores de opinião”, um número até excessivo de colaboradores incumbidos de negar a sua existência.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

UNIVERSIDADE MACKENZIE: EM DEFESA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO RELIGIOSA

A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.

Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).

Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.

Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 [LINK http://www.ipb.org.br/noticias/noticia_inteligente.php3?id=808] e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.

Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.

Para ampla divulgação.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Presente de Deus para nossa família

Com este recurso, nossos familiares que estão distantes e nossos amigos poderão acompanhar o crescimento do Mateus.





Grande abraço a todos.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Inacreditável mundo dilmista!

Quero compartilhar com os leitores do blog este vídeo. Vejam e tirem suas próprias conclusões.
Grande abraço a todos.

Garanta seu emprego, que eu garanto a minha dignidade, ou como a Liberdade Morre

terça-feira, 14 de setembro de 2010

O projeto de poder cada vez mais escancarado!


Já fui advertido quanto à forma com a qual me refiro ao presidente Lula. Tentei muito não escrever mais sobre ele. Tenho coisas mais importantes a fazer e, escrever sobre Lula é sempre um desafio. O desafio é saber quando ele irá parar de enganar, mentir e colocar o país numa rota de colisão contra a democracia. É preciso lembrar que democracia para o chefe da petralhada é uma democracia socialista soviética, um único partido mandatário, pequenos partidos, e todos eles, claro, subservientes aos seus desmandos.
É preciso estar atento. Logo de manhã, vejo a notícia do portal do Último Segundo, IG, (você poderá conferir a reportagem na íntegra no link:



A reportagem informa que o pseudo defensor da democracia soltou sua pérola: “Temos que extirpar o DEM da política brasileira”. E por que isso? Porque o chefe do mensalão (confira o livro do Ivo Patarra – O chefe) ainda está magoado pelo que aconteceu com ele em 2005, quando pediram seu Impeachment. Pena que não aconteceu. A oposição recuou covardemente. Estaríamos melhores sem o Lula.
É bom lembrar que por muito menos o Collor (que hoje pede votos para Dilma) foi deposto. Mas, como Lula se considera acima do bem e do mal, insiste em se posicionar ao lado do mal, chamando-o de bem.
Não há democracia verdadeira sem que haja oposição verdadeira. Direita e esquerda. Alternância de poder.

Somente um ditador, ou aspirante a essa grotesca figura, pensa assim.
Lula não quer uma democracia real. Quer uma democracia lulista. Quer continuar com os mensalões, com os apadrinhamentos, mentindo ao povo brasileiro, escondendo os acordos firmados no Foro de São Paulo, sucateando nossas instituições, implicando o TCU, pervertendo a história, ufa... como disse no início, falar sobre o Lula é sempre um desafio. As coisas ruins parecem não ter fim.