Ambiente destinado a liberdade de expressão sobre os mais variados assuntos.

Ora, destruídos os fundamentos, que poderá fazer o justo?
Salmo 11:3

Porque nada podemos contra a verdade, senão em favor da própria verdade.
2 Coríntios 13:8








quinta-feira, 19 de maio de 2011

Obama usa povo judeu como moeda de troca na sua “negociação” com o mundo islâmico

Segue abaixo um dos melhores textos do jornalista Reinaldo Azevedo. Vale a leitura.


Estou aqui me penitenciando porque havia feito anotações para escrever um texto rogando aos céus — da história! — que Barack Obama não fizesse um discurso endereçado ao povo muçulmano que tivesse como centro a paz, ou a guerra, israelo-palestina. “Garrei” numa leitura durante a madrugada, lá me foi o tempo, e acabei não escrevendo. Pois Obama fez justamente o que eu mais temia: a paz no Oriente Médio tem, ele assegura, como ponto fulcral a criação do estado palestino, segundo as fronteiras de 1967.

É a primeira vez que a questão é posta nesses termos pelo governo americano. Agora, sim, Obama fez um discurso “histórico” — entrará para a história da infâmia e já vou dizer por quê. A ser verdade que a paz no Oriente Médio depende de se restabelecerem as fronteiras de 1967, tem-se que ou Israel cede a essa exigência ou será o responsável por tudo o que de ruim aconteça na região — e no mundo. Podem espernear com o que vem agora, não ligo: Hitler também dizia que, se a Alemanha fosse destruída um dia, seria um sinal de vitória dos… judeus. Não estou “comparando” uma personagem a outra; estou apontando o perigoso reducionismo de Obama.

Obama foi estupidamente ousado e errado: “No momento em que o povo do Oriente Médio e do Norte da África está se livrando do peso do passado, o esforço por uma paz duradoura [no Oriente Médio], que ponha fim aos conflitos e atenda às reivindicações, é mais urgente do que nunca”.

É mesmo?

Algumas perguntas óbvias: o que uma coisa tem a ver com a outra? Qual é a relação direta entre a emergência de movimentos ditos democratizantes no mundo muçulmano e a criação de um estado palestino nas fronteiras de 1967? Nenhuma! Se Israel cedesse à reivindicação amanhã, o terrorismo islâmico desapareceria? Não! Israel seria reconhecido por aqueles que ainda hoje dizem querer destruí-lo? Não! Qual é a relação entre o jihadismo e a questão israelo-palestina? Nenhuma! Obama criou um bode expiatório para a sua desastrada política no Oriente Médio: Israel. Se a paz não triunfar, “é porque os judeus terão vencido”, como queria o facinoroso.

Oh, Obama não é exatamente um imbecil. Reconheceu que alguns problemas continuariam a existir: o que fazer com Jerusalém? E os ditos “refugiados”? Bem, já que Israel foi tratado como invasor — desconsiderando-se os motivos que o levaram a ocupar os territórios que hoje ocupa —, o passo seguinte seria declarar o fim do estado judeu. Afinal, os árabes mantiveram armada desde sempre a bomba demográfica, não é? Uma criança nascida hoje na Jordânia ou no Egito, cujo bisavô (já dá para ser tataravô, façam as contas) seja uma “refugiado” palestino de 1948, continua a ser um palestino porque os países árabes lhe negam a cidadania, como negaram a seu pai, a seu avô, a seu bisavô, a seu tataravô.

Ocorre que Obama, o grande líder, o demiurgo dos sonhos de Arnaldo Jabor — hoje ele vai ao delírio — está cansadinho. Como se fosse um George W. Bush (aquele inventado pelos esquerdopatas, não o de fato), declarou: “A comunidade internacional está cansada — uma boa tradução seria “de saco cheio” — de um processo interminável, que nunca produz um resultado”. Entendi. Quando a comunidade internacional se cansa, então se pede a Israel que assuma a responsabilidade de produzir a paz.

Obama e os Estados Unidos foram surpreendidos pelas insurreições no países árabes. Tenta colocar todas elas debaixo do mesmo guarda-chuva da “Primavera Árabe”, mas sabe que isso é falso. Com 15 dias de protesto no Egito, entregou Hosni Mubarak, aliado histórico, de bandeja. Apóia, como um doidivanas, um grupo coalhado de jihadistas na guerra civil da Líbia; censura Bashar Al Assad na Síria pela truculência, mas torce para que ele controle a revolta porque os sunitas que querem derrubar o tirano são uma incognita; pede respeito à oposição no Bahrein, mas, indiretamente, dá suporte ao porrete que aquele governo desce no coco dos xiitas pró-Irã. Pede calma ao ditador do Iêmen, mas sabe que a chance de o país cair nas maos de extremistas — a Al Qaeda domina uma parte do território — é imensa. Vê-se às voltas com a crescente hostilidade aos americanos no Paquistão; no Afeganistão, a intervenção está longe do fim; silencia sobre a ditadura saudita porque ali, de fato, é a fronteira do fim do mundo…

Tudo somado e subtraído, multiplicado pela mistificação e dividido pela metafísica influente, Obama chegou a uma conclusão: é preciso que Israel retorne às fronteiras de 1967, garantindo, claro!, a segurança de Israel, num estado desmilitarizado etc e tal. Se o fizesse, o imbróglio acima seria solucionado num passe de mágica.

Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, já reagiu à fala de Obama e descartou a proposta. A Folha, por exemplo, sintetiza assim a recusa: “[Netanyahu ] descartou a hipótese de devolver aos palestinos as áreas invadidas pelo Estado judeu em parte da Cisjordânia, faixa de Gaza, Jerusalém Ocidental e Golã.” Como se nota, a tentativa de países árabes de destruir Israel em 1967 e 1973 se transformou numa “invasão do estado judeu”. Mais ainda: eu não sabia que um eventual estado palestino também ocuparia Golã… Acho que nem os sírios sabem disso. Certamente não concordariam…

Os otimistas destacariam que Obama desestimulou os palestinos a fazer uma declaração unilateral de independência e coisa e tal… Mero tributo do vício à virtude. A besteira essencial foi feita. Doravante, o terrorismo islâmico e as revoltas muçulmanas, assumam a coloração que assumirem, tomem a direção que tomarem, terão uma causa, uma raiz: a não-existência de um estado palestino segundo as fronteiras de 1967…

Em suma: segundo Obama, deveremos sempre perguntar aos judeus por que não há paz no mundo.

Noto, para encerrar, que os israelenses ocupavam o Sul do Líbano e saíram de lá. O Hezbollah tomou conta da região e a utiliza como plataforma de ataque a… Israel. Os israelenses ocupavam militarmente a Faixa de Gaza e saíram de lá, retirando os assentados na porrada. Os Hamas toma conta da região e a utiliza como plataforma de ataque a… Israel.

Encerro o meu artigo com o que disse no domingo, no hotel Copacabana Palace, num evento com a comunidade judaica, em comemoração as 63 anos de Israel: oferecer terras em troca da paz é uma proposta estúpida, suicida. A paz vem primeiro. Os palestinos desistam de vez do terrorismo, reconheçam o direito de Israel de existir em paz e ponham fim às relações com notórios financiadores do terror, como Irã e Síria, e então se pode falar em negociação.

Obama deveria saber que não existe paz “a qualquer custo”, porque o “custo qualquer” pode significar, no tempo, o fim de Israel, ainda que pela via… pacífica. Não vai acontecer — não aconteceria de modo pacífico desta vez…

O mundo saúda o “discurso histórico”? Pois eu o lamento e o considero moralmente justificador do terrorismo. Não estou nem surpreso nem decepcionado. Constato, aliás, que as minhas reservas todas a Obama foram plenamente recepcionadas em seu discurso. O presidente americano usou o povo judeu como moeda de troca na sua “negociação” com o mundo islâmico. Tudo bem pensado e pesado, por que não o faria?


Texto extraído do blog do Reinaldo Azevedo.

Jean Carlos Serra Freitas

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Mais uma tragédia na educação promovida pelo MEC.


O governo do PT não dá trégua mesmo. É surpreendente as trapalhadas e a tentativa de subverter completamente a moral, nivelando por baixo, ou seja, nivelando todos por eles. Como se não bastasse a roubalheira, a demagogia, a empulhação, a desmoralização mundo afora do Brasil, ainda temos de engolir os pensadores de titica do MEC.
Não satisfeito com as trapalhadas do ENEM, não satisfeito em posicionar o Brasil num dos piores índices de rendimento escolar do mundo, sem contar a violação educacional ao aprovar o tal do “kit gay” ou de distribuir camisinhas para crianças de 10 anos, esse centro de atraso brasileiro resolveu aprovar um livro didático que ensina o aluno a falar errado. Leia a seguir a reportagem do site IG:

Livro usado pelo MEC ensina aluno a falar errado
Livro didático de língua portuguesa adotado pelo MEC (Ministério da Educação) ensina aluno do ensino fundamental a usar a “norma popular da língua portuguesa”.
O volume Por uma vida melhor, da coleção Viver, aprender, mostra ao aluno que não há necessidade de se seguir a norma culta para a regra da concordância. Os autores usam a frase “os livro ilustrado mais interessante estão emprestado” para exemplificar que, na variedade popular, só “o fato de haver a palavra os (plural) já indica que se trata de mais de um livro”. Em um outro exemplo, os autores mostram que não há nenhum problema em se falar “nós pega o peixe” ou “os menino pega o peixe”.
Ao defender o uso da língua popular, os autores afirmam que as regras da norma culta não levam em consideração a chamada língua viva. E destacam em um dos trechos do livro: “Muita gente diz o que se deve e o que não se deve falar e escrever, tomando as regras estabelecidas para norma culta como padrão de correção de todas as formas lingüísticas”.
E mais: segundo os autores, o estudante pode correr o risco “de ser vítima de preconceito linguístico” caso não use a norma culta. O livro da editora Global foi aprovado pelo MEC por meio do Programa Nacional do Livro Didático.

http://colunistas.ig.com.br/poderonline/2011/05/12/livro-usado-pelo-mec-ensina-aluno-a-falar-errado/

Seu creysson aprovou o livro didático. É um bom sinal.

terça-feira, 10 de maio de 2011

O melhor do Brasil é o brasileiro, e o pior também.



As coisas andam muito estranhas. O terrorista Osama Bil Laden mata milhares de pessoas mundo afora, mata 3 mil pessoas numa mega ação terrorista nos EUA, se transformando automaticamente em alvo militar, e, quando finalmente é morto, surgem os defensores do indefensável.
Lamentavelmente temos senadores como Eduardo Suplicy, Lindbergh Farias e Cristovam Buarque, discursaram no senado, obviamente contrários a ação militar dos EUA que resultou na bem sucedida morte do terrorista.
Não vi nenhum destes senhores demonstrando a mesma solidariedade para com as famílias atingidas pelo terrorista. Onde estavam? Não dá para negociar com terrorista! Mas na cabeça destes senhores, deveria ser tratado com a devida paciência.
Outra informação constrangedora, para nós, os contribuintes, envolveu a Ministra da Cultura, senhora Ana de Hollanda, que recebeu diárias sem ter trabalhado. Segundo o Estadão on line, em quatro meses, Ana recebeu cerca de R$ 35,5 mil por 65 diárias, sendo que a agenda não registra compromisso oficial em, no mínimo, 16 desses dias. O custo em passagens aéreas foi de R$ 17,3 mil. A ministra ficou em Brasília em no máximo 4 dos 17 fins de semana desde a posse. E para surpresa geral, em pronunciamento sobre o episódio, a ministra acusou a imprensa, embargou a voz, quase chorou. Ora, os contribuintes é que deveriam estar chorando por verem os suados impostos gastos de forma inapropriada.
Segundo o “Correio do Estado”, O ex-deputado federal José Genoino (PT-SP), que nos anos 70 participou da Guerrilha do Araguaia e foi preso pelo Exército em 1972 por sua atuação na resistência armada à ditadura, foi condecorado hoje pela manhã, no Rio, com a Medalha da Vitória. Genuíno, réu no processo do mensalão, recebendo condecoração militar, é mesmo o fim!
A subserviência das entidades democráticas é uma vergonha! É vergonhoso as Forças Armadas ser submetida a tal abominação perante sua bela história de defesa da pátria. É exatamente isso que querem estes comunistas-socialistas, mostrar para as Forças Armadas que elas ganharam em 64, impedindo o golpe comunista no Brasil, mas no final, quem acabou ganhando foram eles. Ganharam mas não levaram.
Por fim, aprovou-se a união civil de homossexuais. Rapidamente esta união civil ganhou o nome de casamento. As emissoras antes da votação davam o nome de união civil. Depois da votação do STF, passaram a chamar de casamento.
É claro que vivemos numa democracia, contanto que você pense exatamente e concorde exatamente com os que hoje estão no poder.
O que é pior no Brasil, a pasmaceira intelectual, a fraude constitucional ou falta de vergonha na cara?
Ora, ambas estão intimamente ligadas.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Como debater com esquerdistas

Como debater com esquerdistas
OLAVO DE CARVALHO
Diário do Comércio (editorial) , 20 de junho de 2007

Olavo de Carvalho

Os liberais e conservadores deste país nunca hão de tirar o pé da lama enquanto continuarem acreditando que nada mais os separa dos esquerdistas senão uma divergência de idéias, apta a ser objeto de polidas discussões entre pessoas igualmente honestas, igualmente respeitáveis. A diferença específica do movimento revolucionário mundial é que ele infunde em seus adeptos, servidores e mesmo simpatizantes uma substância moral e psicológica radicalmente diversa daquela que circula nos corações e mentes da humanidade normal.

O revolucionário sente-se membro de uma supra-humanidade ungida, portadora de direitos especiais negados ao homem comum e até mesmo inacessíveis à sua imaginação. Quando você discute com um esquerdista, ele se apóia amplamente nesses direitos, que você ignora por completo. A regra comum do debate, que você segue à risca esperando que ele faça o mesmo, é para ele apenas uma cláusula parcial num código mais vasto e complexo, que confere a ele meios de ação incomparavelmente mais flexíveis que os do adversário. Para você, uma prova de incoerência é um golpe mortal desferido a um argumento. Para ele, a incoerência pode ser um instrumento precioso para induzir o adversário à perplexidade e subjugá-lo psicologicamente. Para você, a contradição entre atos e palavras é uma prova de desonestidade. Para ele, é uma questão de método. A própria visão do confronto polêmico como uma disputa de idéias é algo que só vale para você. Para o revolucionário, as idéias são partes integrantes do processo dialético da luta pelo poder; elas nada valem por si; podem ser trocadas como meias ou cuécas. Todo revolucionário está disposto a defender “x” ou o contrário de “x” conforme as conveniências táticas do momento. Se você o vence na disputa de “idéias”, ele tratará de integrar a idéia vencedora num jogo estratégico que a faça funcionar, na prática, em sentido contrário ao do seu enunciado verbal. Você ganha, mas não leva. A disputa com o revolucionário é sempre regida por dois códigos simultâneos, dos quais você só conhece um. Quando você menos espera, ele apela ao código secreto e lhe dá uma rasteira.

Você pode se escandalizar de que um desertor das tropas nacionais seja promovido a general post mortem enquanto no regime que ele desejava implantar no país o fuzilamento sumário é o destino não só dos desertores, mas de meros civis que tentem abandonar o território. Você acha que denunciando essa monstruosa contradição acertou um golpe mortal nas convicções do revolucionário. Mas, por dentro, ele sabe que a contradição, quanto menos explicada e mais escandalosa, mais serve para habituar o público à crença implícita de que os revolucionários não podem ser julgados pela moral comum. A derrota no campo dos argumentos lógicos é uma vitória psicológica incomparavelmente mais valiosa. Serve para colocar a causa revolucionária acima do alcance da lógica.

Você não pode derrotar o revolucionário mediante simples “argumentos”. A eles é preciso acrescentar o desmascaramento psicológico integral de uma tática que não visa a vencer debates, mas a usar como um instrumento de poder até mesmo a própria inferioridade de argumentos. Em cada situação de debate é preciso transcender a esfera do confronto lógico e pôr à mostra o esquema de ação em que o revolucionário insere a troca de argumentos e qual o proveito psicológico e político que pretende tirar dela para muito além do seu resultado aparente.

Mas isso quer dizer que o único debate eficiente com esquerdistas é aquele que não consente em ficar preso nas regras formais num confronto de argumentos, mas se aprofunda num desmascaramento psicológico completo e impiedoso.

Provar que um esquerdista está errado não significa nada. Você tem é de mostrar como ele é mau, perverso, falso, deliberado e maquiavélico por trás de suas aparências de debatedor sincero, polido e civilizado.

Faça isso e você fará essa gente chorar de desespero, porque no fundo ela se conhece e sabe que não presta. Não lhe dê o consolo de uma camuflagem civilizada tecida com a pele do adversário ingênuo.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Definição de Fernando Pessoa sobre o comunismo.

“O comunismo é um dogmatismo sem sistema. Se o que há de lixo moral e mental em todos os cérebros pudesse ser varrido e reunido e, com ele, se formar uma figura gigantesca, tal seria a figura do comunismo, inimigo supremo da liberdade e da humanidade, como o é tudo o que dorme nos baixos instintos que se escondem em cada um de nós”

Fernando Pessoa

terça-feira, 29 de março de 2011

Liberdade de expressão... somente em favor dos homossexuais. Isto é a penas o começo.


Deputado gay Jean Wyllys declara guerra aos cristãos e promove censura na internet

O recém-eleito deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), homossexual militante que conseguiu alguma notoriedade participando do programa Big Brother Brasil da Rede Globo, lançou, na semana passada, uma campanha de combate ao cristianismo.

Em sua página do Twitter, Jean publicou várias mensagens dizendo que cristãos são doentes, homofóbicos, preconceituosos, violentos, ignorantes e fanáticos, e que ele se dedicará ainda mais a eliminar a influência do cristianismo na sociedade. O deputado enfatizou que seu mandato tem como foco a defesa dos interesses da militância gay e o combate a seus "inimigos".

O deputado, que é membro da Frente Parlamentar LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e travestis) no Congresso Nacional, aproveitou para convocar seus seguidores para se juntar a ele em sua guerra particular. Jean obteve respostas diversas: angariou o apoio previsível de seus seguidores militantes da causa gay, e provocou a reação de inúmeros outros usuários da rede social, indignados com as ofensas do parlamentar aos cristãos e com seus ataques à liberdade de expressão, religião e comunicação.

Jean promove uma campanha de censura a usuários do Twitter que são contrários às idéias que ele defende, como o "casamento" homossexual, as cartilhas de suposto combate à "homofobia" do MEC (mais conhecidas como Kit Gay) e o PLC 122/2006 (lei da mordaça gay), projeto de lei que pretende transformar em crime qualquer crítica ou oposição ao comportamento homossexual ou às pretensões do lobby gay.

Uma das primeiras vítimas da campanha censória de combate ao cristianismo deflagrada por Jean Wyllys foi o usuário Carlos Vendramini.

Valendo-se do direito que qualquer cidadão possui em uma democracia, Vendramini fez, no Twitter, críticas ao Kit Gay, ao PLC 122/06 e a outros projetos gayzistas e aos parlamentares que os apóiam, como Jean Wyllis, Marta Suplicy e Cristovam Buarque, dentre outros. Incomodado com as críticas, o deputado disse, em seu blog, que estava acionando advogados da Frente LGBT para censurar o perfil de Vendramini, que Jean imagina ser "membro fundamentalista de uma parcela conservadora da direita católica em São Paulo" (sic) e estar praticando "perseguição" a ele.

O perfil de Vendramini no Twitter, @crfvendramini, foi censurado na quinta-feira, 17/03/2011. Também sua página no Facebook foi eliminada, sem nenhuma justificativa, havendo a possibilidade de ter sido hackeada.

A censura imposta por Jean Wyllys a Carlos Vendramini provocou inúmeras reações no Twitter na sexta-feira, a maioria delas de repúdio à ação do deputado e em apoio ao usuário que teve seu perfil eliminado.

Alguns participantes do Twitter tentaram entrar em contato com Carlos Vendramini por e-mail, mas não obtiveram resposta, e se mostram preocupados com o que mais pode ter acontecido, já que ele vinha recebendo ameaças de ativistas gays que diziam estar "de olho" nele e em outros usuários que criticam os projetos e exigências da militância homossexual.

Fonte: http://liberdadedeexpressao.multiply.com/reviews/item/356

sexta-feira, 4 de março de 2011

Quando os planos de Deus não fazem sentido!


Quando somos agraciados por Deus com suas bênçãos, nossos corações se enchem de santa alegria. Somos movidos a cantar e a exaltar o bondoso Deus que nos alcançou com graça e com misericórdia. Ficamos esfuziantes e aptos a animar outros que porventura estejam em graves situações.
Tudo parece perfeito. Entretanto, não podemos nos esquivar de um fato que atormenta muitos cristãos, ou seja, o que fazer quando os planos de Deus não fazem sentido para nós?
No limiar desta pergunta encontra-se uma tragédia nos corações dos cristãos. Muitos se alegram quando tudo caminha dentro da nossa perspectiva, porém, quando Deus decide seguir um roteiro diferente do nosso roteiro, ficamos indignados, frustrados e perdidos, e o mais lamentável de tudo é que passamos a desconfiar de Deus.
O que há de errado com esta geração que não admite ser contrariada pelo Altíssimo? O que há de errado com esta geração de cristãos que ora determinando isso ou aquilo? O que há de errado com esta geração que admite um deus à própria imagem, mas se constrange com o Deus soberano exercendo sua soberania?
Quando os planos de Deus não fazem sentido, muitos procuram respostas enganosas em “novas revelações”. Carnais que são, querem que alguém lhes dê um sentido à vida, pois estão perdidos e agitados como ímpios desobedientes.
Os que agem assim, não querem buscar a verdade em Deus, mas querem que suas verdades, suas vontades e seus desejos carnais sejam satisfeitos. Não sabem o que significa submissão, pois seguem a mensagem da “vitória pessoal”, amam musiquetas evangélicas que ensinam mensagens carnais de vitória, de conquistas, de grandes feitos, enquanto a maior de todas as vitórias, a maior de todas as conquistas, realizadas pelo Rei dos reis fica relegada em um canto qualquer.
Felizmente, todos nós seremos confrontados com uma dura realidade, e, muitas vezes na vida cristã, os planos de Deus não farão sentido para nós. Os cristãos bíblicos, quando se depararem com esta realidade, não ficarão nem frustrados, nem agitados como meninos agitados pelo vento, nem perdidos sem respostas, nem agirão como os ímpios ou como os pagãos modernos dentro das igrejas evangélicas.
Os cristãos bíblicos sabem e confiam na vitória de Cristo na cruz do calvário. Os cristãos bíblicos sabem que todo bem procede de Deus (Tiago 1.17). Alegram-se no fato que tudo o que Deus faz é perfeito, pois sabem quem é aquele que enviou seu único filho para morrer por pecadores como nós para nos resgatar e nos adotar como filhos e herdeiros da nova aliança.
Confrontados com os planos de Deus, se lembram de que tudo coopera para o bem e não para o mal (Rm. 8.28), e se alegram.
O que faremos quando os planos de Deus não fizerem sentido à nossa mente pequena e limitada? Ora, confiaremos em Deus, pois ele é o nosso Criador e tudo o que Deus faz serve para a sua própria glória, mesmo que eu e você não entendamos muito bem isso.
Deus seja louvado, quando entendemos os seus planos e quando não entendermos os seus planos.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Como escolher uma boa igreja?

Esta é, sem dúvida, uma pergunta muito difícil de ser respondida para a maioria dos evangélicos.
Diante de tantas opções do mercado evangélico, encontramos dezenas de igrejas diferentes, ênfases ministeriais pessoais; igrejas que enaltecem os grupos familiares; igrejas que adulam os conjuntos musicais; igrejas “supostamente” visionárias e igrejas adequadas a um determinado perfil social, de acordo ao gosto do cliente; igrejas que afirmam ter encontrado uma visão melhor e mais santa, enfim, a lista parece interminável e, por isso mesmo, escolher uma igreja parece ser uma tarefa muito complicada.
A complicação é somente aparente e há dois aspectos a serem observados. O primeiro aspecto é a existência de dois grandes grupos evangélicos que procuram somente satisfazer suas necessidades pessoais. O que importa para esse primeiro grupo não é a verdade, mas o prazer pessoal. Tal atitude enquadra-se mais no pecado da idolatria pessoal do que qualquer outra coisa.
O segundo grupo também procura uma igreja que lhes dê prazer e satisfaça suas necessidades e vontades. Entretanto, este grupo trabalha e se dedica intensamente. O grave problema é que tal grupo está pouco ou nada interessado em procurar na Bíblia, a base bíblica que justifique as inovações formuladas pelo líder espiritual.
Há outros grupos no meio evangélico. Para contemplar todos estes grupos, penso que seria necessário um livro é não é nosso propósito agora.
O segundo aspecto é que, lamentavelmente, boa parte dos evangélicos não sabe muito bem o que esperar de uma igreja, simplesmente porque não entendeu o que a Bíblia orienta sobre a igreja.
Quando pensamos neste assunto, ou seja, o que é uma boa igreja, a questão toda passa pela Escritura Sagrada, pelo menos deveria. Uma boa igreja jamais será uma igreja perfeita, pois ainda militamos neste mundo contra o pecado que ainda habita em nós. Portanto, não podemos procurar uma igreja perfeita, pois ela simplesmente não existe.
No passado, procurar uma igreja era bem mais simples. Penso que algumas perguntas, se respondidas honestamente, ajudaria. Vejamos: Onde eu posso aprender a ter zelo, reverência, amor e submissão pela Palavra de Deus? Onde eu posso aprender quem eu sou segundo a Palavra de Deus? Qual a igreja que proclama que a centralidade da vida é Cristo e sua Palavra? Onde está sendo pregado sobre o mal da alma humana que é o pecado, sem qualificar o pecado como um “problema”, mas como pecado? Onde posso ouvir que Jesus Cristo deve ser honrado e tão somente Cristo? Onde posso ser instruído a aprender antes de servir? Onde posso aprender a servir como consequência do conhecimento e do amor a Deus e a Jesus Cristo? Onde posso aprender que Jesus cuidará da minha salvação até o fim da minha vida?
Onde posso aprender que não há barganhas com Deus? Onde posso aprender que sou pecador e que dependo da ação extraordinária da graça de Deus sobre minha vida? Onde eu posso aprender que Deus é Senhor absoluto, que Deus é soberano e que este absoluto e soberano Deus cuida de mim? Onde eu posso aprender que é Deus, segundo revelado nas Escrituras Sagradas?
O veneno dos falsos mestres, a embriaguez do juízo e o encanto da serpente, tolheram o discernimento de muitos. Perdidos, procurando o que lhes agrada, contaminados pelo obscuro, encontrarão somente mais engano.
As perguntas acima, se respondidas com sinceridade, ajudaria a procurar uma igreja onde Deus é a prioridade e não o homem.
Uma vez encontrada esta igreja, não tenha a ingênua impressão da perfeição, afinal, caminhamos em direção a Jesus Cristo, que um dia nos purificará de todo o pecado, mas ainda não chegou este dia. Até lá, que tal lutar para preservar a igreja local, orando e clamando a Deus que nos proteja do erro da falsa adoração?